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A CID 10 foi desenvolvida em 1992 para auxiliar o rastreamento de estatísticas de morbidade e mortalidade a níveis mundiais, tem sido cada vez mais utilizada por profissionais da saúde, possuindo atualização anual e uma nova versão publicada a cada três anos.  Aqui nós separamos tudo que você precisa saber sobre ela, inclusive, como pode acessar de seu celular.

O que é CID 10

O Cid é uma lista usada para classificar e determinar as doenças. Bem como suas causas, sinais, sintomas e queixas, além de anormalidades e circunstâncias para ferimentos.

Ela é publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e revisada de forma periódica para sempre ser otimizada.

O numeral que segue a sigla CID se refere a versão mais atual, que neste momento é a 10ª e uma nova versão está prevista para 2022.

Qual o objetivo do CID 10?

O principal objetivo da lista é criar uma padronização de códigos para as doenças, de forma mundial, para que sejam reconhecidas em qualquer lugar.

Além da padronização, a Organização Mundial da Saúde criou o CID para monitorar a predominância de doenças no mundo. Assim como queixas, sinais e sintomas, circunstâncias sociais e causas externas.

Além do monitoramento mundial, o código também ajuda a verificar a incidência por região, proporção de pessoas que contraíram determinada doença, além de facilitar pesquisas relacionadas a essas enfermidades.

Através do código é possível saber a taxa de morbidade e mortalidade, assim como a proporcionalidade de pessoas de determinada população afetadas.

Quem usa o CID?

A lista é usada por diversos profissionais da saúde, como médicos, gestores em saúde, seguros de saúde, empresas e organizações de pacientes.

Como descobrir os códigos do CID?

Ninguém espera que você tenha esses códigos salvos de cabeça, portanto veja como pode acessar a tabela em seu smartphone ou computador. 

Neste site você pode pesquisar pelo nome ou pelo código da doença:

https://www.cid10.com.br

Aqui você pode baixar o aplicativo para o seu smartphone:

Android 

iPhone

O código deve ser colocado no atestado médico?

Na verdade, o CID só deve estar no atestado com autorização expressa do paciente, segundo a resolução do CFM. Assim, não há obrigatoriedade de o código estar presente no atestado e precisa de autorização para isso.

Assim, o empregador não pode exigir e o médico não deve incluí-lo sem que o paciente queira.

Para as guias de procedimentos médicos, o Conselho Federal de Medicina, em sua resolução nº 1.819, define que o código não deve ser utilizado. Bem como o convênio médico não pode exigir a CID específica em relação a reembolsos de procedimentos.

Quando a CID 11 entra em vigor?

Em maio deste ano, 2019, a CID 11 foi apresentada para os estados membros na Assembleia Mundial de Saúde. A nova está prevista para entrar em vigência a partir de 1 de janeiro de 2022.

A nova versão pretende facilitar o uso da tabela para diversos idiomas, através da plataforma de tradução central.

A nova versão promete a facilidade no uso, pois é totalmente eletrônica e contou com a participação de diversos profissionais de saúde em seu desenvolvimento.  

Dentre as novidades no CID 11, estão a abordagem da medicina tradicional, que até então não era classificada, mesmo que utilizada em diversos lugares do mundo.

O que era antes tratado como “transtorno de identidade de gênero” passa a ser “incongruência de gênero”. Sairá do capítulo que trata de doenças mentais para o de doenças sexuais.

Isso aconteceu para diminuir a discriminação. No entanto não saiu totalmente da tabela porque existe a necessidade de tratar de demandas específicas da população transgênero.

Assim, a CID 10 ainda deve receber algumas atualizações até 2022, quando a CID 11 entra em vigor. 

Veja também:

https://healthsolution.com.br/blog/voce-comete-esses-erros-na-sua-clinica/

https://healthsolution.com.br/blog/7-dicas-essenciais-para-abrir-um-consultorio/

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Saiba tudo sobre o CID 10 e como acessar facilmente


Com a promessa da internet de trazer as respostas para qualquer pergunta de forma mais rápida surgiu o dr. Google, que dá prováveis diagnósticos para sintomas que o pesquisador incluir no navegador. Mas o quanto isso dificulta o trabalho dos verdadeiros profissionais da saúde? Como interagir com esses pacientes? Descubra aqui.

Dr. Google, o que é?

É um termo que começou a ser utilizado para representar o ato da pesquisa de sintomas na internet e as respostas de possíveis doenças que possuem esses sintomas obtidas pelo navegador. 

Segundo o Google, os resultados são baseados em informações colhidas em sites que a plataforma considera confiável e de qualidade, após isso, as equipes médicas analisam e refinam as informações cuidadosamente e os ilustradores criam as imagens.

Os resultados no Google quando pesquisado por sintomas aparecem dessa forma:

Ele já é bem conhecido pelos médicos de todo o mundo, mas também pode ser um grande empecilho na hora de conversar com o seu paciente.

A pesquisa na internet substituiu até mesmo as receitas caseiras da família, que também representavam perigo, tanto quanto um diagnóstico equivocado.

Dentre os perigos que o possível diagnóstico oferece estão:

O paciente decide não buscar ajuda médica porque acha que pode resolver em casa;

Deixar de tratar uma doença grave e;

Causar pânico sem necessidade;

Como lidar com pacientes que já consultaram o Google

Para reconhecer um paciente que passou antes pela pesquisa do Google, basta observar aqueles que chegam com o possível diagnóstico durante a anamnese.

Muitos médicos se sentem incomodados com isso, principalmente quando algumas vezes o paciente acaba desconfiando do diagnóstico do médico porque foi diferente do que ele havia visto anteriormente e para ele aquele era o mais correto.

Mas como agir com esses pacientes?

1. Ouça sem julgamentos

Nós sabemos que pode ser frustrante ter que ouvir seu paciente contar que viu na internet e ele mesmo se diagnosticar durante a consulta, afinal você passou anos para aprender e poder fazer isso.

Mas tente não se aborrecer e releve esse comportamento, depois de ouvi-lo faça as devidas perguntas para chegar ao próximo passo, seja solicitar exames ou diagnosticar.

Sabemos que é necessário paciência, mas ouvir atentamente e se mostrar interessado é a melhor forma de evitar que possa acontecer novamente.

2. Mostre sua experiência

Você já parou para pensar que essa maior confiança na internet pode estar relacionada a explicação extensa que o navegador está mostrando para ele?

Sua autoridade deve ser muito maior do que a busca entre os sites, no entanto você precisa demonstrar que entende do assunto.

Uma forma de fazer isso é explicar bem, evitando termos que ele não faça ideia do que significam.

Use uma linguagem clara e objetiva e explique como chegou ao diagnóstico, a diferença entre o seu diagnóstico e outro aproximado, como também o que poderia ter acontecido se ele não tratasse, conforme o caso.

2. Fale sobre a internet

Agora que você sabe como o Google chega a esse diagnóstico, converse com o paciente sobre as suas vantagens em relação a internet.

Afinal, ela não pode ter uma conversa particular com o paciente, não pode ouvir os diversos sintomas, tempo de apresentação deles, fatores externos que podem ter ligação com o diagnóstico etc.

3. Explique

É totalmente normal que as pessoas busquem esses resultados em um local mais fácil e rápido, mas você pode explicar que pode ser perigoso, que a pessoa fez bem em ir até você e que é sempre bom consultar o profissional, pois esses diagnósticos dependem de interpretação do navegador.

4. Eduque os pacientes

O Google permite um fácil acesso aos pacientes, mas isso não quer dizer que não tenha espaço para você mesmo fazer isso.

Caso você tenha site, use isso a seu favor. Fale sobre as doenças que você trata, sobre os sintomas, características e tudo que for relevante.

Você também pode usar suas redes sociais para esse propósito, mas é bom sempre avisar que é interessante contar com um profissional para o diagnóstico.

Além de evitar que alguns pacientes corram direto para o navegador isso também auxilia a aumentar sua autoridade em seu nicho de mercado.

Você precisa se acostumar com as novas formas de consumo, infelizmente, não há nenhum indício de que isso vai mudar.

Gostou do nosso post? Veja também:

https://healthsolution.com.br/blog/google-meu-negocio-saiba-como-sua-clinica-pode-ser-encontrada-na-internet/

https://healthsolution.com.br/blog/21-dicas-rapidas-de-marketing-para-sua-clinica/

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Dr. Google: como lidar com a confiança que os pacientes têm nele


Se você pensa em abrir um espaço só seu, precisa estabelecer qual o tipo de negócio vai seguir. Se vai trabalhar só ou incluir colegas de profissão, quais serão os preços dos atendimentos ou se quer abrir seu consultório direcionando para uma especialidade. Se não sabe quais são os modelos de negócios para a saúde, nós vamos explicar, e mostrar qual a melhor escolha para você. 

1. Clínica popular

A clínica popular é um modelo de negócios que foi muito bem aceito pelo público em geral, principalmente porque oferece preços acessíveis, flexibilidade no pagamento, o que acaba garantindo uma agenda sempre lotada.

Ela é um modelo perfeito para quem está mais preocupado com a funcionalidade do que com o status.

Aqui nunca vai faltar paciente, pois é um negócio que funciona bem para o médico e para o cliente.

Lembrando bem a diferença entre clínica ‘’popularesca’’, que no sentido mais extenso da palavra são aquelas clínicas que muitas vezes não cuidam da aparência e estrutura física.

Esse modelo de negócio deu muito certo por causa de um nicho que até então não havia sido muito explorado e que passou por um boom nos últimos anos.

Estamos falando daqueles pacientes que não tem plano de saúde ou dinheiro para ir a uma consulta particular com preço alto, mas que também não querem ir ao SUS, tratando-se principalmente de pessoas da classe C e D.

Todos lucram com a clínica popular

Não é porque é clínica popular que o atendimento deve ser ruim.

Os preços devem ser justos, o atendimento deve ser rápido e oferecer qualidade ao mesmo tempo, para garantir as boas avaliações e ajudar a atrair mais pacientes.

Metade da receita gerada e os custos da clínica ficam com o empreendedor que normalmente é em torno de 50/60%, já os médicos que prestam serviços recebem mais do que em planos de saúde, cerca de 40% a mais.

Apesar disso, em estruturas de pequeno porte, onde você realize somente consultas e procedimentos de baixa complexidade os custos não são altos, o que acaba gerando um lucro satisfatório.

2. Consultório especializado

Esse modelo é simples e mais comum, seu próprio consultório. O que funciona independentemente da sua especialização ou área de atuação.

A dificuldade desse modelo é o fato de que você talvez precise investir mais verba com divulgação e ter que montar tudo do zero, além de precisar fazer o seu nome no mercado.

Se você trabalha hoje em parceria com outros profissionais e seu nome já é conhecido, pode ser uma boa ideia abrir a sua própria clínica, apenas reforçamos que é importante lembrar que você precisa ter uma boa construção da sua imagem digital e ter uma boa localização do seu consultório. 

3. Diagnóstico especializado

As clínicas de diagnósticos especializados são aquelas voltadas para exames mais complexos, como ressonâncias e tomografias.

Como são exames bem específicos, possivelmente, dependendo da região onde você esteja instalado a sua demanda poderá ser menor, no entanto a clínica também tem alternativas como análises clínicas.

Para clínicas de diagnóstico especializado é necessário investir em profissionais ou empresa especializada em laudo e equipamentos, que muitas vezes necessitam de um grande investimento para realizar os exames.

 4. Franquias

Diferente de abrir o seu primeiro negócio e precisar construir sua autoridade, com a franquia você tem o nome e só precisa cumprir os protocolos do franqueador para abrir a unidade.

Nesse caso, não necessariamente o empreendedor precisa ter uma formação na área da saúde, ter noção de gestão e organizacional é suficiente, no entanto, será necessário estudar sobre as rotinas para entender como funciona o dia a dia daquele modelo de negócio.

Nessas franquias o custo de operação é muito baixo, cerca de 40% menor do que em clínicas convencionais, nesse caso quando falamos de franquias de clínicas populares.

Mas em todo o caso, é fundamental que você conheça bem o mercado onde você pretende atuar, porque mesmo sendo mais barato, em alguns caso, trazer uma franquia, um negócio montado, não quer dizer que será mais fácil para você fazer com que esse negócio dê certo.

5. Clínicas integradas

Construir um nome na área pode ser algo complicado, principalmente se você não tem uma equipe de gestão , comunicação e marketing para te auxiliar.

Numa clínica integrada, diversos profissionais atendem para aumentar a possibilidade de especialidades e dependendo do seu ramo de atuação pode incluir até exames no mesmo local.

Sempre falamos, que o consumidor mudou e que atualmente as pessoas priorizam ir a lugares que entreguem custo e benefício em um só produto ou serviço.

Nesse caso, uma clínica que possua várias especialidades, onde os pacientes poderão realizar exames de ultrassom e coleta de exame de sangue são fundamentais para você fidelizar seus clientes.

Dentro desse espaço estabeleça um fluxo que priorize uma jornada excelente do seu paciente, fazendo com que a experiência dele seja lembrada como um diferencial positivo da sua clínica.

Na hora de abrir sua clínica ou consultório, fale com a gente! Nós sabemos como te ajudar. Fale conosco

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5 Modelos de negócios em que sua clínica pode atuar no mercado

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